sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Saramago

"Chorar o leite derramado não é tão inútil quanto se diz, é de alguma maneira instrutivo porque nos mostra a verdadeira dimensão da frivolidade de certos procedimentos humanos, porquanto se o leite se derramou, derramado está e só há que limpá-lo ..." pg 40

"Como tudo, as palavras têm os seus quês, os seus comos e os seus porquês. Algumas, solenes, interpelam-nos com ar pomposo, dando-se importância, como se estivessem destinadas a grandes coisas, e, vai-se ver, não eram mais que uma brisa leve que não conseguiria mover uma vela de moinho, outras, das comuns, das habituais, das de todos os dias, viriam a ter afinal, consequências que ninguém se atreveria a prever, não tinham nascido para isso, e contudo abalaram o mundo." pg 52

"[...] a carne é supinamente fraca, e não tanto por sua culpa, pois o espírito, cujo dever, em princípio, seria levantar uma bandeira contra todas as tentações, é sempre o primeiro a ceder, a içar a bandeira branca da rendição." pg 55

"O caminho do engano nasce estreito, mas sempre encontrará quem esteja disposto a alargá-lo, digamos que o engano, repetindo a voz popular, é como o comer e o coçar, a questão é começar." pg 99

"[...] o futuro já está escrito, o que nós não sabemos é ler-lhe a página." pg 128

"Diz-se que não há efeito sem causa nem causa sem efeito, parecendo portanto que as relações entre uma coisa e outra deverão ser em cada momento, não só patentes, mas compreensíveis em todos os seus aspectos, quer consequentes quer subconsequentes. " pg 165

"É curioso que as pessoas falem tão ligeiramente do futuro, como se o tivessem na mão, como se estivesse em seu poder afastá-lo ou aproximá-lo de acordo com as conveniências e necessidades de cada momento." pg 168

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Passaram-se os 20..

Os 17, ah eu esperei. Aos 15 ter 17 era ter autonomia. Eu iria estar no fim da escola, a um passo curto da universidade. Já não ia precisar de uniforme azul, ia usar a roupa que quisesse. Ah, os 17. Sempre vi com beleza essa idade. Ela chegou, pisei na universidade, fui pra aula de bermuda curta e havaianas, fui motivo de orgulho confesso por quem me fez nascer. Mas o tempo, ah o tempo. Os 17 passaram, e aos 18 os 21 passaram ser meu modelo de primazia. Mania terrível, [ou não] de poetizar tudo. Até idade. Já se viu isso?
Ah, os 21. Em momento algum pensei, idealizei como estaria a esta altura. Diferente dos 17, não estive cheia de certezas sobre o que viria a me acontecer, ou estaria acontecendo quando chegasse no tal dos 21. Só sei uma coisa: eles chegaram. Sorrateiros que só eles. Depois de uma noite de alma preenchida por música que no meio de tanto vento contrário me faz ficar de pé, [sim, ir ao show do Rosa de Saron em Belém, foi a forma mais acertada de  fechar um ciclo pra começar outro..] depois de uma noite de calma, risos, coisas inéditas com amigos inéditos, depois de uma noite preenchida pelo sentimento mais indescritível depois do amor, a Fé! Os 20 deram adeus, pra nunca mais voltar, e os 21 chegaram pra mim, e com eles aquele aviso ao pé do ouvido: ' ei, crescestes, és adulta, adulta-jovem'..mas devo dizer a eles: Sejam Bem- Vindos, vou vivê-los bem. Vou recobrar os sentidos após tantas idas e vindas que esse período que pra mim é conhecido como '20 anos' trouxe. Vou crer nas certezas que há tanto tempo acreditei, que o amor basta, que o sucesso vem a quem luta por ele, que amigos só conserva quem sabe cuidar, e que cada segundo vivido é único e nunca, nunca mais vai voltar, que Deus não precisa de explicações teóricas, e que apesar de tudo, tudo, tudo, minha vida é linda, minha família é o bem mais precioso que tenho, e o que vem pela frente, deve ser vivido com audácia. Ah, 21 anos vocês chegaram, e até ano que vem, eu, e unicamente eu, sou responsável por bem vivê-los.
E aqui termina minha confissão poetizada de uma nova idade, ao som de Cícero. Um dos meus cantores preferidos nesses últimos meses.


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

8 ou 80

Não sei amar à distância, não sei me conter de felicidade, não sei esconder o que sinto, e não luto pra mudar isso..
O Sentir é meu mapa, fiz dele meu guia. Me perco e me encontro, me afogo em pensamentos e na dor das palavras mal colocadas,
pra depois..suspirar de alegria.
Sentir é 8 ou 80. Muito triste ou muito feliz.
Muita ansiedade ou muita realização. Calma ou angústia,
daquelas que sufoca.
É provar, experimentar.
Não me realizo de outras maneiras (tentativas não faltaram)..
Às vezes só o sentir me faz companhia,
Minha verdadeira,
companhia.


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Cora

Coraline estava encolhida, debaixo do lençol de dúvidas, e de linho. Elevada a outra dimensão pelo último volume dos fones de ouvido.
- Vem almoçar, Coraline - foi a voz que se ouviu ao fundo.
- Quero não, mãe.
Um pensamento se sobressaltou 'até queria, mas não tenho força pra sair desse casulo.'
Outro pensamento: 'Por que a música não me serve de alimento? Por que as palavras que tanto prezo por colocar no papel não se juntam à canção e me dão a força que preciso? E aqueles tantos livros que terminei ao longo do semestre passado?'
Por que? Por que? Por que?
- Tu vais adoecer Coraline. - A afirmação se misturou com o conselho Let it be, no fone de ouvido.
- Outro pensamento: 'E será se já não estou? Nem isso sei dizer mais.' A voz saiu preguiçosa: - O que é o almoço, mãe?
- Vem aqui que tu sabes..
- Mais um pensamento depois de abrir a panela: 'E desde quando frango com batatas sacia o vazio da alma?' Mas dessa vez
não houve voz, a conclusão ficou enclausurada. Em  pensamentos.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

...e felicidade!

Uma situação..
Diversos ângulos,
Eu concluo que me fez mal,
Pra outra pessoa não passou de brincadeira;

Ao outro sou excêntrica,
Ao meu ver sou sentimental em demasia.
Instantes pensando..
Será que isso merece minha atenção?

Ouvi dizer..
Que todo esforço pra felicidade,
é digno.
Que deixar a dor ir,
é salvação.
Que o que é nosso, 
ninguém tira.

Tantas especulações.
Tantos ângulos.
Uma só situação.
Uma só busca.
Paz..
Felicidade..
Paz e Felicidade.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Dias.


Como explicar..tem situações tão delicadas, mais tão delicadas que tenho a impressão de estar pisando em ovos na tentativa de resolvê-las, mas a que conclusão chego? Não resolvi nada, não dei um passo a frente, ainda estou estática na névoa que insiste em permanecer habitando minha mente tão bagunçada. Névoa de dúvida e de fraqueza, e até mesmo névoa de fracasso. Porque nem sempre é possível alcançar o que se quer, no tempo que se deseja.. e a certeza disto, trás peso até a mente se adaptar à esta realidade. O tempo dita suas próprias regras, por vezes tenho essa impressão..e fico aqui, ainda estática, sentada, à espera do veredito final que o tempo tem pra me conceder. [Por falta de força pra insistir, não nego]. Ir ou permanecer, se libertar ou continuar odiando. Tenho a impressão que nem sei mais o que motiva minha existência, porque tenho vivido mais de pensamentos sobre tudo e todos, do que de ações  de fato. E isso, é muito muito intrigante, melhor dizendo, desgastante. Essa busca de viver cada segundo sem desperdiçar, sem pisar errado pra não estragar o futuro, pensando no bem que posso fazer a quem na verdade sequer faria o mesmo por mim, sendo indiferente a quem merece atenção..e os momentos passando, e eu perdendo a cabeça com tão pouco.. Sou juíza e criminosa, julgo agir corretamente, pra depois me convencer que não..não estava certo, e me consumir em auto-julgamento [como se não bastasse a maré deles, vindo de outros]. Os dias parecem ser longos pra quem espera do tempo resposta, veredito. Os dias acabam sendo bálsamo em meio aos fracassos cotidianos, nos mostram que é possível começar novamente. Sair da zona de conforto, dar o primeiro passo, modificar a existência..

domingo, 9 de junho de 2013

20 laudas

É isso que vou te fazer, digitar 20 laudas de pensamentos com tudo que me causas/causastes e até com o que podes causar se tudo se normalizar. Te enviar em anexo. Assunto: Sem solução. E esperar tua resposta, vai que tu ainda me acompanhas nos pensamentos e que no final, apenas seja. Pendências à parte, quem desperdiça assim, a chance sorrateira de ter tudo no lugar certo?
Vou te enviar 20 laudas de confissões, pra provar que permanecestes intacto, que certas coisas o tempo não leva, muito menos distancia. Que o que é bom e é nosso por direito, permanece. Não sei como.
Sem saída...Razão manda lembranças. Nunca vi dizer que sei agir, sem a emoção prevalecer mesmo... Então, dane-se. Vou procurar minha melhora. Preferir a paz ao orgulho. Esperar o tempo soar o veredito e provar o que deve ficar ou não. Tempo, tempo, tem possibilidades. Tem soluções..
Pensando bem..não vou te escrever 20 laudas, vou só te falar com sinceridade e praticidade.
O que for pra ficar, ficará. E o que não for, que o vento e a vida levem.





segunda-feira, 27 de maio de 2013

Excertos - Feita de Fumaça e Osso





Enfim, há livros que parecem que se encaixam tão perfeitamente comigo e possíveis situações que eu possa estar vivendo, que mais parecem traduções do meu ser. Esse foi um (presente da minha diva Mariana Silva). Daqui pra frente, sempre que me deparar com um livro que entre nesses requisitos (sem desmerecer os meus outros filhos <3), farei isso. Postarei excertos. 

Mas só pincelando a estória, ela trata de um amor que sobrevive ao tempo, às diferenças e até mesmo à mudança de fisionomia. A estória entre Akiva e Karou. Confesso que apesar de ser classificado como fantasia, gostei do que o livro pressupõe a respeito do amor. Gera um pouco de fôlego em meio ao mundo tão conturbado que nos cerca hoje em dia. Uma centelha de esperança. Fiquem agora com meus excertos preferidos, e de preferência, leiam a trama completa. :]

'Esta era sua vida: magia e vergonha e segredos e um vazio profundo e perturbador, onde alguma coisa certamente estava faltando.'

'(...) era atormentada pelo pensamento de não estar inteira. Ela não sabia o que significava, mas era um sentimento permanente...'

'(...) desejava ser o tipo de garota que se sente bem com a solidão, serena. Mas não era. Ela era solitária, e tinha medo da sensação de vazio dentro dela como se aquilo pudesse se expandir e...eliminá-la'

' - (...) porque a esperança vem de dentro de você, e os desejos são só magia.
- Desejos são falsos. A esperança é verdadeira. A esperança faz sua própria magia.'

' - Esperança? A esperança pode ser uma força poderosa. Talvez não haja magia real nela, mas, quando você sabe o que mais deseja e mantém isso aceso como uma chama dentro de si, pode fazer as coisas acontecerem, quase como mágica.'

Título original: Daughter of Smoke and bone.
Título Nacional: Feita de Fumaça e Osso.
Autora: Laini Taylor
Ano: 2011




quinta-feira, 23 de maio de 2013

Oito linhas e um pouco...

Vem cá me explicar o mundo controverso do jeito que ele é, me fazer ver com clareza por entre essa névoa densa de rancor e mágoa, maquiada pela injustiça. Vem cá me abraçar e me fazer sentir a esperança nos pulmões, na alma, ou em um lugar onde ela possa se instalar e ficar, por pelo menos pra sempre. Cansada dos esforços, dos gritos disfarçados de amor, da injustiça abrigada no teto que prometia  justiça, proteção e afeto. Esse instante eterno tem me cercado, eu só preciso de descanso e solução, ou talvez um passaporte pra outra dimensão. Ou pela forma mais complicada, uma vida parcialmente resolvida.




sexta-feira, 26 de abril de 2013

Solução

Entre xícaras de café quase amargo, e o som do rock há muito tocado, vou amarrando as pontas das milhares de circunstâncias que insistem em fazer parte de mim..em circunstâncias, leia-se: dúvidas, casos mal resolvidos, tentativas frustradas de sucesso, planos indefinidos..um turbilhão que o café não ameniza, mas que o solo da velha guitarra absorve, leva pro plano do bem estar..
Bem lá, onde as coisas são mais claras, possíveis de solução, onde as possibilidades de sucesso se concretizam, e a auto-afirmação também. Me vem à cabeça as palavras que desperdicei, melhor as que usei em demasia..
Nem todo palavra merece desperdício. Nem todo ato mal concretizado não é digno de reparo, assim como os insucessos não são dignos da desistência. Muito pelo contrário. 
A falta de compreensão em coisas banais, te mostra em realidade o quanto precisas de aperfeiçoamento, e paralelamente o quanto a capacidade de ser mutável [em sentido físico, convicções] te beneficia, te cria e modela. Pra melhor.
Não quero ter uma vida da qual fugir, apenas preciso de café quase amargo, um pouco de música e um lugar pra escrever essas circunstâncias, não como fuga, mas como tentativa de compreendê-las. Solucioná-las.
Música, café, palavras mal elaboradas, solução.






sexta-feira, 19 de abril de 2013

1:18


Fico esquadrinhando meu infinito, buscando solucionar questões, e calar respostas que deveria, mas me recuso a ouvir...sequência tripla de erros, os mesmos..que se repetem.

A mudança que anseio não passa de palavras bem organizadas à caneta, na última página de um velho caderno..sem forças pra tirá-las de lá...torná-las real..e minimizar a dor que ainda lateja. Madrugadas de sono perdido. Buscando alívio no sms nunca respondido, nos chamados em vão a alguém que acreditava estar junto a mim,mas que em objetivos estava a milhas de distância...

Não esqueci a dor...Superar? Havia me enganado.. Há males insuperáveis, a razão já lavou as mãos, da cruz que o coração me impõe. Há dores que adormecem mas que não saram..feridas sem cicatriz..vida exposta..dor incompreendida, sentimentos não devolvidos.

Sou um infinito de questões por resolver, covardia pra decidir e idealizações..para quase tudo que me cerca.

E somado a este vazio há vontade de ter amor pulsando, e o resto todo se concretizando.

Sou um infinito de verdades, veladas sob o aperto do peito, incapaz de recitar mais dor.. Sou vontades...sou o que ainda não tenho..e também, o que por trapaça da esperança acredito que vou conseguir. Sou isso e tenho consciência que ninguém nunca conseguirá entender...

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Contos Inacabados


Minha vida é quase um livro aberto. Mas tenho a impressão a cada dia, que capítulos contendo estórias inteiras ainda estão inacabados, enquanto acreditava que já estavam concluídos..Basta uma palavra mal colocada, uma música e por que não lembranças, pra chegar a essa conclusão..minha vida é um livro aberto e muitos capítulos [os ruins por ordem de relevância] estão inacabados. E a realidade de ter que revê-los pra tentar encontrar um fim, ou selar a estória não é legal. Definitivamente não. Há capítulos, que não merecem mais que três páginas, quanto mais uma vida inteira..ou parte dela..
Mais complicado que isso é essa sensação de ter o trabalho concluído, e cinco, dez, trinta e dois capítulos à frente perceber que o enredo está desviado, o livro tá repleto de contos inacabados, e esse desvio está comprometendo o desenrolar das cenas e com isso dos atores...Minha vida é um livro quase aberto, com estórias que deveriam mas estão sem desfecho definitivo. Minha vida é um conto inacabado. E neste momento, eu preciso corrigi-los. Apenas. 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Calendário

Quinta-feira chegou e nem percebi, pra deixar os pesares de Quarta, a turbulência de Segunda, e as preocupações de Terça pra trás..O sono não veio, e não dei tempo ao calendário da minha existência, pra que ele se atualizasse, e quem sabe esperasse melhoras logo ao amanhecer. A vida entre uma semana e outra corre em pensamentos e vazio. Mudança de planos, e quem sabe novas metas. O vestido que ainda não tenho, a fatura que acabou de chegar, o chocolate que se esgotou, a série que foi pra geladeira, o filme que o download insiste em não concluir, a voz dele que não escutei, o oi que neguei..a divergência de opiniões, a saudade do que ainda não tenho..
São semanas e semanas regadas a pensamentos, e esperança que pela manhã, junto com o café, se tome também uma dose de expectativa..vai que hoje seja possível pensar melhor na solução pro problema que insiste..ou até mesmo concluir aquele livro, que há dias repousa na cabeceira da minha cama. Falar o que desde Segunda venho guardando, mostrar o amor que na Terça insisti em negar, e bem..cumprir o que prometi na Quarta 'Viver na medida certa, calculando os passos.. nem pouco pra evitar arrependimento, nem muito pra evitar estrago..'




domingo, 6 de janeiro de 2013

Clichê

Vem cá, tem assunto mais complicado/delicado/não quero falar sobre/ do que isso de abrir mão de sonhos? Pois é, desistir de um sonho, ou se atrever a não buscá-lo, [se é que isso suaviza o termo] é um assunto tão complicado..Sonhar com algo envolve tanto coisa, e justamente por envolver tanta coisa, é um assunto delicado..Quando algo é qualificado como 'teu sonho', geralmente já tens planos, situações e até consequências da realização dele, pior de tudo..muitas vezes não tens o plano B, aquele tal plano, caso o desejado não ocorra, dada a prioridade do bendito sonho..
Bastou 1 (Um) único e exclusivo dia pra eu perceber que com sonhos não se deve brincar, um sonho envolve muita, muita coisa, envolve até mesmo uma vida por vezes;tenho a impressão que todo ser já vem 'de fábrica' com aquele bendito objetivo pelo qual quer consumir uma parte dos dias aqui, aquilo pelo qual vale a pena se consumir, chorar, sofrer, lutar, só pra ter o doce gosto de ter alcançado dia ou outro. Feliz sina nossa, humanos. Vez ou outra bate a fraqueza após o que parece ser fracasso, pela não obtenção no tempo desejado, a vontade de abandonar tudo..mas a verdade pessoa, é que os sonhos existem para aqueles que se dispõe a lutar por eles, mais que isso para aqueles que persistem em alcançá-los, mediante os supostos 'fracassos' encontrados no meio do caminho. Pra terminar, fica o clichê imortalizado por essas geração e por outras 'não desiste do teu sonho' e escuta essa música que define tudo, pelo menos pra mim.


Ps: Não me julgue por esse texto mais auto-ajuda do que qualquer coisa, foi o dia de ontem que me encheu de palavras.