domingo, 6 de julho de 2014

Conclusões Vespertinas

Sentir entranhado nos poros, pele, veias o desejo de viver. O momento em que percebe-se que por compromisso deve-se ter a busca pela felicidade. Estar bem consigo mesmo, apesar das circunstâncias ferrenhas que nos são impostas deve ser considerado objetivo de vida. Meu riso ninguém deve tirar, a quietude que transcende o peito e trás paz, tem que ser perseguida. Não, isso não é uma ditadura, é que o viver é rápido, o tempo consome, e não tenho admitido mais gente roubando riso, roubando sono, roubando ânimo. Tirando de vista o que pretendo de fato. Leveza é coisa séria, paz interna muito mais séria ainda. Não permito, não permito! O que não soma tem que sumir sim, chega de guardar tanta coisa do ano, mês, dia, hora passada. A vida é bem mais, o viver é curto, quando se pensa nas milhares de possibilidades que podem vir com ele. Não é mútuo, então sigamos. O que não vale a pena, a gente deixa de mão pra não perder a felicidade.


"The longing for freedom" by Christian Schloe