"Opção: Faculdade, ação de optar, de escolher entre duas ou várias coisas." São tantas coisas, tantas possibilidades e eu aqui de expectadora por certo momento, de protagonista no momento seguinte. Terminando sempre e quase que de forma inevitável, na mesma circunstância: Vou ou fico, aceito ou desconsidero, abro mão ou luto mais um pouco, acolho ou rejeito, alegro-me ou entristeço? Opções, escolhas, intrigas da minha alma..tão ansiosa por tudo, tão esperançosa de ter tudo, e logo. No meio disso, resultam lutas internas provenientes da dúvida quanto ao acerto, da expectativa do possível erro. Da indiscrição e do desconforto que tantas possibilidades de escolher e optar acabam gerando..estes dias, a vida tem sido mais exigente e tem me apontado opções, que sinto que devo seguir, mas faltam-me razões, [no sentido literal da palavra] para segui-lás..o mais conflitante: seguir envolve a possibilidade de ser um pouco mais feliz, ou talvez livre...[se pode brincar com isso? Não, até onde sei..] E como faço, se por vezes o que me parece o certo, é o caminho para uma via de infelicidade..enquanto que o caminho mais doloroso é o que realmente me vai trazer plenitude e bem lá no fundo..calma e tranquilidade? Não estou falando de escolhas, opções físicas, como uma pessoa, um trabalho, um lugar pra ir..o que tem me intrigado são essas escolhas emocionais que por vezes a vida nos demanda, e que o objetivo querendo ou não é respirar um pouco do ar adocicado da felicidade..mas que exigem, e exigem muito..mas lá no fundo não deixam de ser extremamente necessárias e sempre possibilitam vitalidade e um ânimo de certa forma indescritível, a sensação de fortaleza e a quietude tão desejada por todo e qualquer sopro de vida.
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